Comitê Gestor regulamenta novas regras da Lei Geral

26 Dezembro 2008

 

Texto divulgado pela RFB traz o prazo para parcelamento especial para ingresso no Simples: cem meses.

 

InfoMoney

 

SÃO PAULO – O Comitê Gestor do Simples Nacional publicou nesta terça-feira (23) cinco resoluções regulamentando os dispositivos da Lei Complementar nº 128/2008, que altera as regras da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

 

A Lei Complementar nº 128, de autoria do deputado Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), havia sido publicada no Diário Oficial na segunda-feira (22).

 

O que dizem as resoluções

 

De acordo com o consultor tributário da FISCOSoft, Fabio Rodrigues, as resoluções disciplinam o que já está na lei, esclarecendo pontos que não estavam claros. Uma das questões interessantes diz respeito ao crédito do ICMS. A Resolução nº 53 disciplina a emissão de documentos fiscais para aproveitamento do crédito do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por parte da empresa que compra de outra optante pelo Simples Nacional.

 

Para Rodrigues, é um ponto interessante da lei, que beneficia micro e pequenas empresas. “Antes, para competir em pé de igualdade com empresas tributadas com base no Lucro Real ou Lucro Presumido, as MPEs tinham de oferecer o menor preço. Tratava-se do único meio, já que a Lei da Micro e Pequena Empresa não permitia que as empresas compradoras de empresas do Simples usufruíssem do crédito do ICMS, de maneira que estas acabavam preferindo comprar de outros fornecedores”.

 

Outra questão importante é a da substituição tributária. Ele explica que a Resolução nº 53 basicamente diz que, quando a empresa do Simples estiver na condição de substituta, deve recolher o ICMS da operação própria de acordo com o Simples Nacional, ficando a parcela do ICMS do restante da operação fora do Simples, a ser recolhido na forma especificada pela Resolução.

 

ISS

 

A Resolução nº 53 ainda disciplina a retenção do ISS (Imposto sobre Serviços) quando o prestador do serviço for optante do Simples. “É uma medida crucial para as empresas já que, até então, todos os municípios impunham uma alíquota alta do ISS, geralmente de 5%, que é o limite, de maneira que pouco importava se a empresa estava enquadrada no Simples, ou não”.

 

Parcelamento

 

O texto ainda traz uma definição aguardada entre os empresários, e que não estava na lei publicada no Diário Oficial esta segunda-feira (22): o prazo para parcelamento especial para ingresso no Simples, de cem meses. Traz ainda o prazo para pedido do parcelamento, entre os dias 2 e 30 de janeiro.

 

Segundo o Comitê Gestor do Simples Nacional, o pedido deve ser efetuado ao Fisco onde houver o débito a ser parcelado (Receita Federal do Brasil, estado ou município). Sublinha-se que o parcelamento é um benefício que não pode ser utilizado por empresa excluída do Simples, ou seja, não pode ser usado para reingresso no regime.

 

Incidência monofásica

 

Por fim, o consultor tributário lembra um ganho das empresas com a nova lei: a possibilidade de os varejistas deixarem de recolher PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). Ele explica que, antes da Lei Complementar nº 128/2008, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa citava apenas a substituição tributária e não a incidência monofásica.

 

Para quem não está habituado aos termos relativos ao sistema tributário brasileiro, a incidência monofásica é um processo parecido com o da substituição tributária, mas que diz respeito ao PIS e à Cofins.

 

Assim, mesmo quando a indústria já recolhia PIS e Cofins, o distribuidor e o varejista eram obrigados e recolher novamente esses tributos. Agora, com a LC nº 128/2008, isso não deve mais acontecer e os custos do varejista devem diminuir.

 

Rodrigues finaliza citando alguns produtos que estão sujeitos à incidência monofásica: bebidas, produtos de perfumaria, higiene pessoal, medicamentos e combustíveis.


Feliz Natal

24 Dezembro 2008

 

Logística…

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Disponível em: bp1.blogger.com/…/s320/papai_noel_correios.jpg


Gato Empreendedor

20 Dezembro 2008

A sua empresa não está na lista da Hewitt?

18 Dezembro 2008

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 http://www.evanog.com/press/wp-content/uploads/2008/04/podio.jpg

 

 

Por Luciano Holanda

 

 

Muito se fala por ai que a sua empresa é a “bambambã” em gestão de pessoas. Mas, porque ela não está na capa da Valor Carreira deste mês?

 

Há seis anos a revista Valor Carreira se propõe a construir o ranking das Melhores Empresas em Gestão de Pessoas. Neste ano a grande novidade é a parceria firmada entre o meio de comunicação e a empresa líder mundial em consultoria e de outsourcing em recursos humanos, com mais de 65 anos de experiência, presente em 35 países e com cerca de 24mil colaboradores, humildemente conhecida como Hewitt Associates.

 

Para 2008 foi mantido o critério do número de funcionários estabelecendo alguma similaridade entre as empresas comparadas. Além deste, a satisfação, o engajamento dos funcionários e as práticas e métodos de Rh adotados pela companhia são os outros pontos observados para a composição do ranking e o coroamento dos destaques.

 

A sua empresa bem que poderia aparecer na demonstração da publicação. Pena que existam estes critérios, impiedosos critérios.

 

E é justamente nestes que residem às maiores fraquezas das empresas. São fatores independentes mais que se complementam como veremos mais adiante.

 

Mas, ainda tem tempo para que alguns questionamentos sejam lançados e respondidos visando a lista de 2009:

 

Como a sua empresa quer ser reconhecida se os funcionários não se sentem satisfeitos por conseqüência de algum método difuso implantado?

 

Como esperar engajamento se os colaboradores não estão satisfeitos?

 

E porque insistir em métodos e práticas que não trarão nem satisfação e nem tampouco engajamento dos funcionários?

 

Para esta última questão fica até fácil apontar caminhos para as respostas com outro questionamento: Quantos funcionários estão satisfeitos com os métodos e práticas implantados no empreendimento?

 

Vamos lá gestor, arrisque-se e lance os dados. Como diria o poeta: “…quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

 

A lista das grandes vencedoras de 2008, que tem em seus funcionários verdadeiros parceiros você conhece no endereço a seguir: http://www.valoronline.com.br/Default.aspx.


Distribuição…

17 Dezembro 2008

 

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Impostômetro atinge marca de R$ 1 trilhão

16 Dezembro 2008

 

impostometro

 

 

“Calculadora” mostra quanto o brasileiro pagou de impostos.

Painel teve que ser trocado por outro maior.

 

 

Do G1, em São Paulo

 

 

No início da tarde desta segunda-feira (15), o Impostômetro, painel da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que calcula em tempo real a carga tributária no Brasil, atingiu R$ 1 trilhão.

 

O valor representa o total pago pelos brasileiros em impostos municipais, estaduais e federais em 2008.

 

Para abrigar a marca de R$ 1 trilhão, o painel teve que ser trocado por um maior, que abrigasse as casas decimais dos trilhões e também os centavos.

 

No mesmo período do ano passado, ou seja, de 1º de janeiro até 15 de dezembro de 2007, o Impostômetro marcou R$ 878 bilhões. No total, a arrecadação tingiu R$ 926 bilhões no ano passado.

 

Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, a estimativa é que cada brasileiro pague R$ 5.628 em tributos neste ano, montante 14% maior do que no mesmo período do ano passado.

 

O Impostômetro está instalado no prédio da ACSP, no centro de São Paulo, e funciona em tempo real. O sistema, que também pode ser consultado pela internet, informa o total de impostos pagos desde janeiro de 2000. É possível calcular o valor pago na União, por estado, município, capital e por tipo de imposto.

 

Disponível em:

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL923489-9356,00- IMPOSTOMETRO+ATINGE+MARCA+DE+R+TRILHAO.html


Brasil deve ter menos investimento estrangeiro em 2009, diz pesquisa

15 Dezembro 2008

 

Da Redação

Em São Paulo

 

 

A expectativa do mercado para o próximo ano é de que o investimento estrangeiro no Brasil encolha. Segundo o boletim Focus publicado nesta segunda-feira, a entrada de recursos no país deve totalizar US$ 22 bilhões no próximo ano, contra os US$ 24 bilhões que foram previstos na semana anterior.

 

Os dados constam da pesquisa semanal Focus, realizada pelo Banco Central com economistas.

 

Segundo dados do Banco Central, de janeiro a outubro, a entrada de investimentos externos diretos líquidos no país totalizou US$ 34,747 bilhões e superou a meta de US$ 35 bilhões estipulada para 2008.

 

Disponível em: http://economia.uol.com.br/ultnot/2008/12/15/ult4294u2014.jhtm


Gato Empreendedor

14 Dezembro 2008

Quem vai e quem fica

12 Dezembro 2008

 

 

As primeiras demissões da crise dão uma amostra dos setores mais afetados pelo desaquecimento da economia. Por enquanto, o cenário não atingiu boa parte dos executivos

 

 

 

Por Marina Izidoro

Você S/A

 

 

Quem está mais abaixo na pirâmide corporativa e trabalha nos setores mais atingidos pela falta de crédito, por hora, vem sofrendo mais com os efeitos da crise global sobre o emprego. A indústria automobilística, o segmento imobiliário e os grandes exportadores concentraram boa parte das demissões nos últimos meses. É o caso da Vale, que no início do mês anunciou a demissão de 1 300 funcionários, sendo que 260 desses postos de trabalho serão fechados nas plantas da siderúrgica em Minas Gerais. A empresa divulgou que dará férias coletivas a 5 500 empregados, 80% deles em Minas.

 
No setor de autopeças, a TRW demitiu, em novembro, 89 funcionários na sua principal fábrica no país, em Limeira, interior de São Paulo, que emprega 2 200 trabalhadores. O motivo, segundo a companhia, foi a queda nas exportações, principalmente para os Estados Unidos. A Sabó, outra grande do setor, demitiu cerca de 80 pessoas em meados de outubro. A indústria de autopeças prevê um total de demissões de 7 500 pessoas até o final deste mês. No mesmo mercado, a Volvo, fabricante sueca de ônibus e caminhões com sede em Curitiba, no Paraná, dispensou 430 funcionários da fábrica no estado (150 efetivos e 280 temporários) e outros 100 da planta de Pederneiras, em São Paulo, por causa do desaquecimento do mercado doméstico e da diminuição nas exportações.

 

As demissões são uma tentativa de ajuste ao futuro, depois de um ano de vacas gordas. A expectativa da Volvo é que as vendas de caminhões e ônibus caiam entre 10% e 20% no país em 2009. Mesmo assim, a fabricante fecha o ano com 2 410 funcionários, 17 a mais do que tinha no fim do ano passado. No mercado imobiliário, outro atingido em cheio pela retração do crédito, as empresas que têm capital aberto, como Lopes e BR Brokers, que atuam na área de consultoria de imóveis, preferiram falar em corte de custos em seus últimos balanços trimestrais, e não em demissões. Na prática, a primeira demitiu cerca de 60 funcionários e a segunda fez um corte de 20% do quadro. 

 

COMPASSO DE ESPERA

 

As demissões são o sinal mais evidente de que a crise começa a afetar o mercado de trabalho. Como conseqüência, a Michael Page, consultoria de busca de executivos com escritórios no Rio de Janeiro e São Paulo, demitiu 40 consultores no início de dezembro. Neste primeiro momento, as consultorias mais atingidas são aquelas que recrutam profissionais nas faixas de média e baixa gerência, como é o caso da Michael Page. Na Fesa, empresa de recrutamento de executivos de São Paulo, os números de outubro já demonstravam o sentimento de apreensão que tomou conta do mercado. “Tivemos uma queda de 13% na procura em relação a setembro. As companhias estão reticentes”, diz Alfredo Assumpção, sócio da consultoria. Alfredo, no entanto, engrossa o coro de que os cortes não devem se espalhar por todos os setores. “Não acredito que haverá grande número de demissões, principalmente entre as organizações que atuam no mercado interno, que estão com suas contas saneadas e não dependem de financiamento.” Vale lembrar que parte dessas empresas que demitem agora, como é o caso da Michael Page, fez muitas contratações no primeiro semestre e agora precisa se ajustar. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que nos primeiros dez meses do ano houve recorde de novos postos de trabalho. A última pesquisa da DBM, consultoria de recolocação, de São Paulo, mostrou que a contratação de executivos subiu 50% no terceiro trimestre, em relação ao mesmo período de 2007. “Muitas empresas devem diminuir o ritmo dos processos, mas não estancar a abertura de vagas”, diz Cláudio Garcia, presidente da DBM. É esperar para ver.

 

Disponível em: http://vocesa.abril.uol.com.br/edicoes/0126/aberto/materia/mt_408340.shtml


MEI – Micro Empreendedor Individual

11 Dezembro 2008

 

vendedor_ambulanteFonte: bloaranav.blogspot.com/2008_01_01_archive.html

 

 

Por Luciano Holanda

 

 

A câmara dos deputados aprovou ontem o projeto que trata da criação do MEI – Micro Empreendedor Individual. A pasta, que já havia sido apreciada pelo Senado, segue agora para a sanção do Presidente da Republica.

 

Os principais pontos do projeto são:

 

. Para o enquadramento: renda bruta de até R$ 36.000,00 no ano anterior e ter até um único funcionário.

 

. Contribuições e tributos: R$ 45,65 de contribuição previdenciária, R$ 1,00 se for contribuinte do ICMS, R$ 5,00 se for contribuinte do ISS e R$ 12,45 de contribuição previdenciária patronal caso tenha o funcionário citado anteriormente e auferindo rendimentos de um salário mínimo.

 

Após o crivo do Presidente Lula, a lei entrará em vigor a partir de 1º de julho de 2009.

 

O que se espera com a lei, é a inclusão de milhares de empreendedores que hoje estão na informalidade.

 

É esperar para comprovar.