A sua empresa não está na lista da Hewitt?

18 Dezembro 2008

 podio

 http://www.evanog.com/press/wp-content/uploads/2008/04/podio.jpg

 

 

Por Luciano Holanda

 

 

Muito se fala por ai que a sua empresa é a “bambambã” em gestão de pessoas. Mas, porque ela não está na capa da Valor Carreira deste mês?

 

Há seis anos a revista Valor Carreira se propõe a construir o ranking das Melhores Empresas em Gestão de Pessoas. Neste ano a grande novidade é a parceria firmada entre o meio de comunicação e a empresa líder mundial em consultoria e de outsourcing em recursos humanos, com mais de 65 anos de experiência, presente em 35 países e com cerca de 24mil colaboradores, humildemente conhecida como Hewitt Associates.

 

Para 2008 foi mantido o critério do número de funcionários estabelecendo alguma similaridade entre as empresas comparadas. Além deste, a satisfação, o engajamento dos funcionários e as práticas e métodos de Rh adotados pela companhia são os outros pontos observados para a composição do ranking e o coroamento dos destaques.

 

A sua empresa bem que poderia aparecer na demonstração da publicação. Pena que existam estes critérios, impiedosos critérios.

 

E é justamente nestes que residem às maiores fraquezas das empresas. São fatores independentes mais que se complementam como veremos mais adiante.

 

Mas, ainda tem tempo para que alguns questionamentos sejam lançados e respondidos visando a lista de 2009:

 

Como a sua empresa quer ser reconhecida se os funcionários não se sentem satisfeitos por conseqüência de algum método difuso implantado?

 

Como esperar engajamento se os colaboradores não estão satisfeitos?

 

E porque insistir em métodos e práticas que não trarão nem satisfação e nem tampouco engajamento dos funcionários?

 

Para esta última questão fica até fácil apontar caminhos para as respostas com outro questionamento: Quantos funcionários estão satisfeitos com os métodos e práticas implantados no empreendimento?

 

Vamos lá gestor, arrisque-se e lance os dados. Como diria o poeta: “…quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

 

A lista das grandes vencedoras de 2008, que tem em seus funcionários verdadeiros parceiros você conhece no endereço a seguir: http://www.valoronline.com.br/Default.aspx.


MEI – Micro Empreendedor Individual

11 Dezembro 2008

 

vendedor_ambulanteFonte: bloaranav.blogspot.com/2008_01_01_archive.html

 

 

Por Luciano Holanda

 

 

A câmara dos deputados aprovou ontem o projeto que trata da criação do MEI – Micro Empreendedor Individual. A pasta, que já havia sido apreciada pelo Senado, segue agora para a sanção do Presidente da Republica.

 

Os principais pontos do projeto são:

 

. Para o enquadramento: renda bruta de até R$ 36.000,00 no ano anterior e ter até um único funcionário.

 

. Contribuições e tributos: R$ 45,65 de contribuição previdenciária, R$ 1,00 se for contribuinte do ICMS, R$ 5,00 se for contribuinte do ISS e R$ 12,45 de contribuição previdenciária patronal caso tenha o funcionário citado anteriormente e auferindo rendimentos de um salário mínimo.

 

Após o crivo do Presidente Lula, a lei entrará em vigor a partir de 1º de julho de 2009.

 

O que se espera com a lei, é a inclusão de milhares de empreendedores que hoje estão na informalidade.

 

É esperar para comprovar.


Reconhecimento e Inclusão

6 Dezembro 2008

 palmas-1besoirar.blogspot.com/2007_06_01_archive.html

 

Por Luciano Holanda

 

 

Vencida a batalha no Senado Federal o projeto que cria a figura do MEI – Micro Empreendedor Individual se prepara para novo embate na Câmara dos Deputados. Afinal de contas o que representa essa vitória para a sociedade?

 

No Brasil, segundo dados da pesquisa Economia Informal Urbana de 2003 existiam quase 11 milhões de empresas nesta condição. Estas empregavam quase 13,5 milhões de pessoas.

 

O projeto que segue para a Câmara busca cumprir dois papéis básicos do ponto de vista do empreendedor informal: o reconhecimento e a inclusão.

 

Ora, o estudo de 2003 nos mostra um número milionário, e o que o projeto faz na essência é emitir uma certidão de reconhecimento a esses que estão à margem da economia formal. Eles existem, são legítimos e eu os reconheço.

 

Num outro instante o que se observa é o exercício da inclusão. Estes empreendedores farão parte do banco de dados dos “credores públicos” adquirindo direitos e deveres, ou seja, a cidadania empresarial.

 

O que se espera é que tal artifício possa ser de fato uma verdadeira parceria entre os empreendedores e o governo.

 

E você o que acha?

 

 


Preço x Custos

2 Dezembro 2008

 

A outra forma no Marketing Mix de se definir o preço é utilizando a demonstração dos custos da empresa.

 

Segue abaixo algumas estratégias que podem ser adotadas pelos empresários de micro e pequeno porte na definição dos seus preços orientados por esta variável.

Precificação baseada em custo total: Estratégia de precificação em que todos os custos variáveis relevantes e a parte total de custos fixos diretamente atribuíveis ao produto são usados para estabelecer seu preço de venda.

Precificação com base no incremento de custos: Abordagem em que o preço de todas as unidades adicionais produzidas, após descontados os custos fixos de produção, é baseado no custo variável ao invés do custo total.

Meta de retorno sobre o investimento: Método de precificação que busca a realização de um retorno sobre o investimento desejado. Nesse método, uma fórmula é usada para calcular o preço a ser estabelecido para o produto, de modo a retornar um lucro desejado ou taxa de retorno sobre o investimento, assumindo que uma quantidade particular do produto seja vendida.

Precificação de custo adicionado (Markup): Um método simples de precificação em que uma quantia ou porcentagem especificada, conhecida como margem padrão, é adicionada ao custo da unidade de produção ou de aquisição de um artigo para determinar seu preço de venda.

Precificação pelo custo médio: Método de precificação em que um markup para lucro é adicionado ao custo médio de produção ou de aquisição.

Precificação baseada na curva de experiência: A precificação de um produto em nível mais baixo que seu custo médio, na crença de que o custo diminuirá na medida em que a experiência de produção aumente.

Maximização de lucro a curto prazo: Objetivo de precificação, em que uma firma visa gerar tanto lucro quanto possível, tão depressa quanto possível; a máxima penetração de mercado e considerações de lucro a longo prazo são ignoradas.

 

Disponível em:

http://www.dearaujo.ecn.br/cgi-bin/asp/precificacao.asp


Preço x Concorrência

1 Dezembro 2008

 

Dentro do composto de Marketing ou Marketing Mix, os empresários de empresas de micro e pequeno porte poderão utilizar estratégias para a definição de preços, considerando a concorrência, ou seja, não levam em conta a demonstração dos seus custos nem tampouco a percepção dos clientes. O foco é a atuação dos seus competidores.

 

Segue abaixo alguns exemplos desta abordagem, disponibilizadas em http://www.dearaujo.ecn.br/cgi-bin/asp/precificacao.asp.

 

Estratégia de precificação siga-o-líder: Uma estratégia de precificação adotada por firmas que copiam os preços praticados pelo líder de mercado.

 

Precificação para afastar novos competidores: Prática de precificação bem comum em situações de mercados oligopolísticos, em que as maiores empresas do mercado mantêm preços muito baixos para desencorajar competidores pequenos e deste modo proteger suas próprias participações de mercado.

 

Precificação indiferenciada: Prática de precificação em que a empresa procura manter preços de mercado semelhantes aos de seus competidores principais, de modo a desencorajar a eclosão de “guerras de preço”. Nesse tipo de competição as empresas buscam ganhar participação de mercado através da prestação de serviços ou da criação de outros diferenciais de marketing, que não o preço.

 

Precificação predatória: A prática de precificação pela qual uma companhia espera inibir ou eliminar a competição cobrando preços mais baixos que os preços normais de seus produtos em determinadas regiões geográficas.

 

No próximo post sobre Marketing Mix, serão apresentadas estratégias considerando a relação preço x custos.

 

 

Disponível em:

http://www.dearaujo.ecn.br/cgi-bin/asp/precificacao.asp


Preço x Clientes

27 Novembro 2008

 

 

Um grande aliado e que pode ser utilizado pelos empresários de micro e pequeno porte como oportunidade de se tornarem mais competitivos em seu ambiente empresarial é o Marketing Mix ou composto de Marketing. Os conceitos para este termo são os mais diversos, mas convergem para a definição do conjunto de fatores que compõem as atividades de Marketing. Os elementos mais utilizados para ilustrar o conceito são os 4Ps do Marketing definidos por Jerome McCarthy: Produto, Preço, Promoção e Praça.

 

Certamente o que faz brilhar os olhos dos empresários é o P referente a preço. Essa variável pode ser trabalhada dentro do negócio sob três pontos de vista: o cliente, a concorrência e os custos da empresa.

 

Neste primeiro post, iremos apresentar opções de estratégias a serem adotadas pela empresa quando se estiver trabalhando o preço sob a ótica do cliente.

 

Precificação de penetração de mercado: Uma abordagem de precificação em que um fabricante estabelece um preço relativamente baixo para um produto na fase introdutória de seu ciclo de vida, com a intenção de construir participação de mercado.

 

Estratégia de preço alto: Uma abordagem planejada de precificação, apropriada em situações de demanda inelástica, em que uma organização decide manter seus preços altos; as razões para tal estratégia podem incluir: desenvolvimento de um segmento super premium do mercado, abarrotamento na parte inferior do mercado ou o desejo de criar uma imagem de prestígio para o produto. Também denominada Precificação Premium.

 

Precificação de ordenha do mercado: Uma abordagem de precificação em que o produtor fixa um preço introdutório alto para atrair compradores com um desejo forte pelo produto e também dispõem dos recursos para comprá-los, e então, gradualmente, reduz o preço para atrair as camadas subseqüentes do mercado.

 

Inclinção da curva de demanda para baixo: Um método de precificação, em que o preço inicial é fixado no nível mais alto possível, e então gradualmente reduzido para atrair ondas sucessivas de compradores, na medida em que a demanda diminui.

 

Precificação de prestígio: A estratégia de precificação em que os preços são fixados em um nível alto, reconhecendo-se que preços mais baixos inibirão as vendas em vez de encorajá-las, e que os compradores associarão o preço alto para o produto com qualidade superior; também denominada Precificação pela Imagem.

 

Precificação baseada em valor: Abordagem de precificação em que o preço de venda de um bem ou serviço é baseado na avaliação da companhia do valor mais alto do produto para o consumidor; isto é, em que o consumidor está disposto a pagar por isto.

Precificação por comparação: Um método de precificação, em que o preço para um novo produto é fixado comparando os benefícios que ele oferece, comparado aos de outros produtos da mesma categoria.

 

Precificação retroativa da demanda: Método precificação em que os preços são fixados pela determinação do que os consumidores estão dispostos a pagar; então os custos são deduzidos. Um método de precificação em que uma estimativa é feita sobre preço que os clientes estão dispostos a pagar por um produto dado; este preço é então comparado ao custo por unidade para ver se vai de encontro aos objetivos de lucro da firma.

 

Precificação diferencial: A estratégia de precificação em que uma companhia fixa preços diferentes para o mesmo produto com base em diferentes tipos de clientes, época da compra etc.; também chamado Precificação Discriminatória, Precificação Flexível, Precificação Múltipla e Precificação Variável.

Método de tentativa de ajuste de preço. Abordagem de precificação, baseada no comprador, em que o pessoal de vendas, testa as reações dos revendedores ao preço proposto de um produto a chegar, antes que uma decisão final de preço seja feita.

 

Precificação por produto complementar: A precificação de um produto no nível ótimo (de máxima aceitação pelo mercado), não importando considerações de custo ou lucro, de forma que a demanda por outro produto que é usado com ele possa aumentar e então maximizar os lucros de ambos os produtos juntos.

 

Preço diferenciado: Precificação de diferentes produtos em uma linha de produtos em vários níveis de preço, dependendo de seus tamanhos e características, para torná-los disponíveis a um leque maior de clientes.

 

 

Disponível em:

http://www.dearaujo.ecn.br/cgi-bin/asp/precificacao.asp


Quanto vale um Chevette 76?

19 Novembro 2008

 

 

chevettehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Chevette

 

 

Por Luciano Holanda

 

 

Certo dia, estou vagando por uma das vias principais da minha pacata, maravilhosa e arborizada cidade quando sinto a necessidade de abastecer o carro. Como bom brasileiro o carro é uma verdadeira paixão e abastecer não é só parar em qualquer posto, entregar a chave ao frentista e o cartão de crédito em seguida. Abastecer é um relacionamento construído há longas datas. Mas, como eu estava longe de onde comumente abasteço não quis arriscar a pagar o mico de ficar no prego, com a chamada pane seca.

 

Sinaleira ligada indicando virada a direita, lá vou eu em direção ao primeiro posto no trajeto. Chegando lá o que me chamou atenção não foi a presteza do pessoal de frente, nem tampouco o valor da gasolina registrada ali, mais sim, um veículo parado no estacionamento defronte a loja de conveniência com a placa “vende-se”. E é bom que fique registrado que não era um veículo qualquer, um popular desses de hoje em dia, era um Chevette 76, bege, pintura impecável e aparentemente “todo em cima”.

 

E em cima era a pedida pelo possante, R$18.000,00. Bom, parei para analisar com mais critério e confesso que não achei o que pudesse justificar tal investimento a não ser os anos acumulados e o iminente título de relíquia. Pedi explicação.

 

A resposta que veio de lá foi a seguinte: tuning.

 

É isso mesmo senhores e senhoras, com o advento do tuning, palavra inglesa que significa afinação, o mercado passou a vender um carro com a nossa idade pelo preço de um atual. As modificações externas (no visual do veículo) e internas (suspensão, motor e performance) garantem ao proprietário a satisfação de pilotar um carro totalmente personalizado, diferente dos demais,  e é isto que vem arrastando inúmeros adeptos as equipadoras e lojas de autopeças.

 

Pode-se gastar entre R$ 5.000,00 a mais de R$ 100.000,00 num projeto de tuning. Esta variação é observada pelo nível de “mexida” no carro, que vai desde turbinar motores, preparar a suspensão, colocar rodas de liga leve importadas com diâmetro superior a 20 polegadas e pneus de alto desempenho, projetos de sonorização, pinturas especiais e detalhes no acabamento interno.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) o mercado de veículos tunados ou personalizados observou um crescimento em torno de 30% nos últimos 3 anos ¹. Isto representa um investimento de R$ 700 milhões por ano em peças, acessórios e serviços e já vem motivando os empresários do setor a se anteciparem a onda e produzirem equipamentos cada vez mais sofisticados.

Depois destas pequenas considerações, o preço do carro parece até aceitável, o que vocês acham?

 ¹ Dados de 2005 – Disponível em: http://ibahia.globo.com/tvbahia/comercial/pdf/mercado_de_tuning.pdf


Sucesso e inovação precisam andar juntos?

11 Novembro 2008

executivoshttp://bdi.agencia7.net/

 

Por Luciano Holanda

 

Estive vendo as últimas novidades do mercado automobilístico apresentadas no Salão do Automóvel de Paris e São Paulo. Cada “dream of consumption”, mas no fim o que resta para muitos, os meros mortais, são os chamados populares. Uns com mais cilindradas ou opcionais, outros com menos, mas na essência, populares. 

 

A tônica dos eventos atuais tem sido a preocupação com o meio ambiente. Isso se comprova pelas manifestações observadas das entidades protetoras ou pelas empresas que já estão perseguindo a montagem de carros com menores níveis de emissão de poluentes, conseqüentemente, mais responsáveis ambientalmente. Tem bólido movido a bateria de íons de lítio, governo destinando cifras e mais cifras em investimentos em frotas não poluentes e a utilização em escala maior da fibra de carbono em substituição ao aço.  O futuro parece promissor. 

 

E o que se vê por lá, acaba contagiando também a linha de montagem do segmento popular. Neste, o que mais impressiona é a versatilidade da FIAT em conseguir apelo num carro que já beira os 25 anos e sendo construído na mesma plataforma.  Colecionando recorde atrás de recorde na década passada o Uno, incansável Uno, tem tudo para sobressair novamente. Isso por conta da sua performance inquestionável, 21km com um litro de combustível que lhe denomina Economy e um dispositivo inédito no painel o econômetro, e mais nada. 

 

O xis da questão aqui não é o carro, mas sim, como conseguir vender um projeto que no Brasil tem 25 anos sem mudança estrutural, e quem teve Uno sabe, e ainda assim ocupar as atenções nas revistas especializadas e na preferência dos consumidores. Este sim é o case que perseguimos diariamente e que nos intriga cada vez mais.  

 

Alguns podem estar ansiosos para a conclusão da leitura do post e apontar como fator de sucesso nas vendas, o preço. Mas, para desanimo de muitos existem outros carros no mercado com preço de venda menor ou similar ao do Uno. E ai? 

 

Claro, cada um na sua.  Sei que muitos dos meus leitores só sabem o que é um Uno por ultrapassá-los nas avenidas da vida. São felizes proprietários de máquinas reluzentes, que atingem de 0 a 100 km de velocidade em segundos e fazem 4 km com um litro de combustível. 

 

Mas, voltando ao xis da questão, após ler estes rabiscos acima, como você explicaria este fenômeno?

 


Quem é o seu cliente de EAD?

11 Novembro 2008

  senac2

 

 Por Luciano Holanda

Os resultados da educação à distância ainda serão muito melhores do que os apresentados ultimamente nos meios de comunicação, palestras e fóruns. Mas, para esta afirmação ser validada, precisamos conhecer quem é a clientela deste segmento da educação em nosso país. 

Em 2007 o SENAC publicou a pesquisa “Perfil do aluno dos cursos à distância”, a fim de, levantar subsídios para avaliar os meios pedagógicos empregados, desenvolver novos serviços e aprimorar as soluções educacionais já existentes. A presente amostra pode parecer incipiente frente ao que outras instituições capacitam anualmente através da EAD, mas, algumas questões merecem destaque.  

 

Na modalidade de ensino citada, os jovens são maioria, na faixa de 18 a 35 anos temos a concentração de 58% do público participante do estudo. 

 

As mulheres são as que mais procuram o ensino à distância, são quase 62% contra 38% de homens. Da amostra total apenas 33% se dizem mantenedores de suas famílias. Neste fator, apesar das mulheres serem maioria, são os homens que se apresentam com o maior percentual, 52%. 

 

Quando o assunto é escolaridade, a pesquisa aponta que a maioria concluiu o ensino médio, são 40%. Já as pessoas que são graduadas, inclusive, os pós-graduados alcançam o percentual de 29%. Outros fatores importantes é que 64% estão fora dos bancos escolares no momento e 80% estudaram em escolas públicas.

 

Os alunos pesquisados são predominantemente da classe social C, perfazendo o percentual de 41,5%. As classes sociais B2 e D praticamente são proporcionais e registraram 20,5% e 21% respectivamente. Os menores índices encontrados foram 1,8% classe E, e 0.9% classe A. 

 

Em 2007, 63% das inscrições em EAD nesta instituição partiram dos seguintes estados: Minas Gerais, Mato Grosso, Maranhão, Pernambuco e Pará. Os estados que registraram o menor número de inscrições foram: Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Goiás, Rio de Janeiro e Distrito Federal. 

 

No campo da motivação os entrevistados apontaram como principal razão para a participação em cursos em EAD, a falta de tempo para freqüentarem cursos com horários definidos e a distância do estabelecimento que oferta o curso de interesse. 

 

A demonstração do SENAC abrange inúmeros outros fatores não enfocados neste post, mas disponíveis no site do SENAC.  

 

Por fim, segue mais um indicador para conhecimento. A expectativa dos alunos ao participarem dos cursos de EAD perpassa o suprimento da necessidade de recolocação profissional, obter emprego e melhorar cargos e salários, totalizando 67% das respostas.  Apenas 4,78% pretendem participar do método para melhorar os negócios

 

Diante disso, fica a pergunta: As suas ações de EAD estão focadas nas necessidades da clientela pretendida?

http://www.senac.br/conhecimento/pesquisas.html


Brincadeira de Criança? Negócio de Gente Grande.

11 Novembro 2008

 hot-wheels

 

Por Luciano Holanda

 

São mais de 20.000 pontos de venda no país. Lucro de US$ 203,2 milhões só de janeiro a setembro de 2008. 4 bilhões de unidades produzidas ao longo de 40 anos. Os números são imensos, mas estamos falando de uns pequenos, mais especificamente em escala 1:64. São os carrinhos de metal Hot Wheels.

 

O Brasil é o segundo país que mais compra estas miniaturas no mundo e estima-se que existam 15 milhões de fãs distribuídos pelo planeta, segundo a revista quatro rodas deste mês.

 

O encantamento é tamanho por estas pequenas preciosidades que a produção acumulada nos 40 anos é quase 100 vezes maior que a produção de carros no Brasil. Existem coleções que podem valer até 1 milhão de dólares e um carro único sendo avaliado em US$ 140 mil. A versão Hot Wheels mais cara da história apresenta carroceria em ouro branco cravejada com 2,7 mil diamantes brancos, azuis e pretos. A peça foi confeccionada pelo joalheiro Jason Arasheber, da Jason of Beverly Hills, envolvendo 25 profissionais e por volta de 600 horas de dedicação para ser produzida, segundo blog especializado no assunto¹.

 

Mesmo com todo este potencial o acesso a eventos voltados para este pastime estão restritos aos grandes centros e promovidos pelos próprios colecionadores em parceria com lojas de brinquedos. Na grande rede é possível se cadastrar em sites especializados onde o associado gerencia sua coleção, conhece as novidades do mercado, interage com outros aficionados e acessa balcões de troca e comercialização.

 

Todas as minis tem preço sugerido em torno de R$4,98, mas pode-se ganhar mais na venda se o colecionador conseguir as do baú, chamadas t-hunt$ e promover vendas casadas com as de maior  tiragem. A customização também é outra forma de se agregar mais valor ao carrinho. A confecção de acessórios para o acondicionamento das coleções e souvenires com temas relacionados tem sido bastante procurada atualmente. E por fim, o investimento em eventos distribuídos por região poderia profissionalizar de vez o mercado de coleções de minis.

 

Segue ai uma boa pedida para um momento relax. E para os visionários, algumas boas oportunidades podem se apresentar quando estiverem interagindo com os colecionadores de carteirinha.

 

E ai, vamos iniciar uma coleção?

 

¹http://calpandolfe.wordpress.com/2008/10/05/mattel-do-brasil-comemora-40-anos-da-marca-hot-wheels/