Declaração de Rendimentos do Empreendedor Individual

13 janeiro 2011

 

 

Luciano Holanda

31 de janeiro é o prazo final para os EI – Empreendedores Individuai apresentarem a Declaração Anual Simplificada de Rendimentos 2010 a Receita Federal via sistema (SIMEI). 

Em todas as localidades existem escritórios de contabilidade a disposição para realizar a primeira declaração gratuita para os empreendedores. Este serviço está regulamentado pela Receita e faz parte das obrigações dos contabilistas optantes pelo sistema SIMPLES de tributação. 

Além destes as entidades de apoio e fomento ao desenvolvimento empresarial também estão a disposição para esclarecer quaisquer dúvidas aos empreendedores. 

Vamos lá empreendedores, não percam o prazo!!! 

Mais informações:  http://www.sebrae.com.br


Algum empreendedor de plantão por ai?

4 fevereiro 2009

 

reciclagem

 

 

Cientistas brasileiros criam o papel de plástico

 

São necessários 850 quilos de plástico reciclado para produzir uma tonelada de papel sintético e, segundo os pesquisadores, a cada tonelada produzida, pelo menos 30 árvores deixam de ser cortadas.

 

Cientistas brasileiros conseguiram criar o que pode ser um grande passo para resolver um problema ambiental gigantesco. Veja na reportagem de Helen Sacconi.

 

Uma folha de papel é resultado de um estudo que durou seis anos, realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos. É o chamado papel sintético, que usa o plástico como matéria-prima, em vez da celulose.

 

A fabricação consome menos água e menos energia do que a do papel tradicional e praticamente qualquer embalagem plástica, jogada no lixo, pode ser aproveitada. O plástico é triturado e misturado a uma série de substâncias e vai para uma máquina, onde é submetido a altas temperaturas.

 

Depois de derretido, é resfriado e novamente picotado. O processo termina em outro equipamento, que funde os grãos para produzir o papel sintético, que tem outras vantagens.

 

“É resistente à água, resistente a intempéries em geral, ventos, raios ultravioleta”, afirmou o pesquisador Cristiano de Santi.

 

A idéia já foi testada em larga escala e patenteada. “Ele pode ser aplicado em outdoors, manuais, cartilhas, rótulos, etiquetas, livros”, disse a coordenadora da pesquisa Sati Manrich.

 

Os pesquisadores aguardam o interesse da indústria para que a novidade chegue ao consumidor. Mas essa pequena amostra foi levada a uma papelaria. “É bom para escrever, eu acho que vale a pena”, disse uma mulher.

 

Oitocentos e cinquenta quilos de plástico reciclado são necessários para produzir uma tonelada de papel sintético e, segundo os pesquisadores, a cada tonelada produzida, pelo menos 30 árvores deixam de ser cortadas.

 

Os estudos revelam que, se fosse aplicada em sala de aula, a novidade poderia aumentar a vida útil de livros e de cadernos. “É essa a questão, a reposição do material, a reconstrução, unir o que é dá para reutilizar”, disse a professora Alessandra Lopes da Fonseca.

 

Uma família, que compra livros usados para diminuir as despesas, gostou da idéia. “Acho que a durabilidade, a economia vai ser bem maior. Vai ser bem melhor você tirar lixo do meio ambiente do que derrubar árvores”, disse a secretária Erika Signini.

 

Disponível em: http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL985618-10406,00-CIENTISTAS+BRASILEIROS+CRIAM+O+PAPEL+DE+PLASTICO.html


MEI – Micro Empreendedor Individual

11 dezembro 2008

 

vendedor_ambulanteFonte: bloaranav.blogspot.com/2008_01_01_archive.html

 

 

Por Luciano Holanda

 

 

A câmara dos deputados aprovou ontem o projeto que trata da criação do MEI – Micro Empreendedor Individual. A pasta, que já havia sido apreciada pelo Senado, segue agora para a sanção do Presidente da Republica.

 

Os principais pontos do projeto são:

 

. Para o enquadramento: renda bruta de até R$ 36.000,00 no ano anterior e ter até um único funcionário.

 

. Contribuições e tributos: R$ 45,65 de contribuição previdenciária, R$ 1,00 se for contribuinte do ICMS, R$ 5,00 se for contribuinte do ISS e R$ 12,45 de contribuição previdenciária patronal caso tenha o funcionário citado anteriormente e auferindo rendimentos de um salário mínimo.

 

Após o crivo do Presidente Lula, a lei entrará em vigor a partir de 1º de julho de 2009.

 

O que se espera com a lei, é a inclusão de milhares de empreendedores que hoje estão na informalidade.

 

É esperar para comprovar.


Gato Empreendedor

7 dezembro 2008

 

Autoconfiança…

 

 

gato-3-autoconfianca

http://jardimdepoesia.blogs.sapo.pt/arquivo/gato.jpg

 


Reconhecimento e Inclusão

6 dezembro 2008

 palmas-1besoirar.blogspot.com/2007_06_01_archive.html

 

Por Luciano Holanda

 

 

Vencida a batalha no Senado Federal o projeto que cria a figura do MEI – Micro Empreendedor Individual se prepara para novo embate na Câmara dos Deputados. Afinal de contas o que representa essa vitória para a sociedade?

 

No Brasil, segundo dados da pesquisa Economia Informal Urbana de 2003 existiam quase 11 milhões de empresas nesta condição. Estas empregavam quase 13,5 milhões de pessoas.

 

O projeto que segue para a Câmara busca cumprir dois papéis básicos do ponto de vista do empreendedor informal: o reconhecimento e a inclusão.

 

Ora, o estudo de 2003 nos mostra um número milionário, e o que o projeto faz na essência é emitir uma certidão de reconhecimento a esses que estão à margem da economia formal. Eles existem, são legítimos e eu os reconheço.

 

Num outro instante o que se observa é o exercício da inclusão. Estes empreendedores farão parte do banco de dados dos “credores públicos” adquirindo direitos e deveres, ou seja, a cidadania empresarial.

 

O que se espera é que tal artifício possa ser de fato uma verdadeira parceria entre os empreendedores e o governo.

 

E você o que acha?

 

 


MEI – Micro Empreendedor Individual

3 dezembro 2008

 

Projeto para ajudar empreendedores

 

Do G1, com informações do Jornal Nacional

 

 

Objetivo é levar direitos como aposentadoria e licenças para informais.
Quatro milhões de trabalhadores mantêm negócios na informalidade.

 

Um exemplo dessa categoria é Maria de Lourdes dos Santos, costureira desde os treze anos de idade. Hoje, aos 60, ela trabalha no pequeno apartamento que divide com filhos e netos. “Parei de trabalhar aqui, acabou. Se eu adoecer não tem para onde ir. Infelizmente não tem”, diz ela.

 

Assim como Maria de Lourdes, quatro milhões de trabalhadores estão na mesma situação. Têm um pequeno negócio e trabalham na informalidade. Não pagam impostos, mas, por outro lado, não têm direito à aposentadoria ou a qualquer outro benefício como auxílio-doença e licença maternidade. Mas um projeto que está pronto para ser votado pelo senado pode ajudar a mudar essa realidade.

O projeto cria a figura do micro-empreendedor individual (MEI). É aquele trabalhador que tem um pequeno negócio com faturamento de até R$ 36 mil por ano e no máximo um empregado. Para legalizar o negócio, basta ir à uma junta comercial e abrir uma empresa. O micro empreendedor passa então a pagar uma taxa única de cerca de R$ 50 por mês de impostos e contribuição para a Previdência.

 

Novos direitos

 

“Este público vai ter direito a aposentadoria por idade. Vai ter direito a licença-saúde, licença-maternidade e licença-acidente de trabalho”, explica o ministro da Previdência Social, José Pimentel.

 

Para o senador Adelmir Santana (DEM-DF), relator do projeto, “eles virão para a formalidade porque eles terão registro, terão passagem pela junta comercial, terão acesso a crédito e passarão a existir como empresários”.

 

O pipoqueiro Joel Avelino Serafim, que trabalha na função há mais de dez anos, disse que a aposentadoria, para ele, está longe. Mas gostou da idéia de ser um empresário. “Vou passar a ter uma segurança, e esperar o futuro na frente”, conclui. 

 

 

Disponível em:

http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL875791-16106,00-PROJETO+PARA+AJUDAR+EMPREENDEDORES+SERA+VOTADO+NA+PROXIMA+SEMANA.html


Motivação: empreendimentos por necessidade e oportunidade

25 novembro 2008

 

montanha_geladahttp://www.wintech.com.pt/galeria/data/media/7/Montanha_Gelada.jpg

  

Por Luciano Holanda

 

Sempre que passamos a vista no relatório da pesquisa GEM 2007 – Global Entrepreneurship Monitor, sentimos a vontade de lançar algumas questões para debate, considerando o valor dos dados ali apresentados.

 

Tomado por esse sentimento, inicio com um fator que pode ser considerado um dos mais importantes para qualquer pessoa que pretende conversar sobre empreendedorismo no Brasil, que é a motivação para se empreender.

 

Já ouvimos muitas histórias sobre as razões que levam uma pessoa a montar um negócio. Se observarmos sob o prisma da oportunidade logo temos: uma habilidade a ser explorada, a identificação de algo que pode ser melhorado, a busca por independência e o aumento da renda pessoal como os mais expressivos fatores. Se o foco for a necessidade, o desemprego e a busca pela “sobrevivência” certamente se apresentam com mais indicações.

 

Analisando os dados apresentados na pesquisa, sendo mais preciso na série histórica de 2001 a 2007, percebe-se que 2001 foi o ano que apresentou o maior percentual de empreendedores motivados por oportunidade, 59,97%. Já em 2002 há um declínio no surgimento de empreendimentos motivados por este fim, apresentando o percentual de 42,75%. O presente relatório explica este fato considerando como marco o período posterior do choque causado com os atentados de 11 de setembro. Após isso, conclui o estudo, observa-se uma fase ascendente do ciclo econômico mundial, dotando as economias emergentes de uma maior estabilidade macroeconômica, tornando o cenário mais atrativo para o surgimento de novos negócios. Isso se comprova no restabelecimento do crescimento ano a ano atingindo o patamar de 56,84% em 2007.

 

O estudo ainda traz um terceiro corte mais analítico denominado empreendedores “genuinamente” por oportunidade, totalizando 39% da população empreendedora no Brasil. Estes diferem do primeiro, pois, só consideram os que mencionaram na pesquisa como razão para empreender, a busca pela independência e o aumento da renda pessoal.

 

Não está na pesquisa, mas, em minha opinião, seja por necessidade ou por oportunidade a chama que alimenta o empreendedor no nosso país chama-se desafio.

 

E vocês o que acham a respeito?

 

Pesquisa disponível em:

 


Brasil terá uma empresa a cada 24 habitantes em 2015, afirma SEBRAE

24 novembro 2008

 

 

País deve chegar a 9 milhões de companhias, diz estudo da entidade. Com resultado, Brasil se aproxima dos índices dos europeus em 2000.

 

Do G1, em São Paulo

 

O Brasil deve chegar a 2015 com uma empresa para cada 24 habitantes, segundo pesquisa realizada pelo Sebrae-SP. De acordo com o estudo, a previsão é que o país atinja 9 milhões de companhias em 2015, com uma população de cerca de 210 milhões de habitantes.

 

Segundo o levantamento, com o resultado o Brasil se aproximará dos índices europeus registrados em 2000, quando Alemanha, França, Reino Unido e Itália apresentavam, respectivamente, 23, 24, 23 e 14 habitantes por empresa.

 

O estudo do SEBRAE projeta que, em 2015, o universo de Micro, pequenas e médias empresas do país passe dos atuais 5 milhões para 8,8 milhões, e que mais da metade destes negócios (4,8 milhões) esteja concentrada no setor de comércio (55%), em todo o país, seguido pelos serviços (34%) e indústria (11%).

Conjunto de fatores

Em comunicado, o superintendente do Sebrae-SP, Ricardo Tortorella, avalia que o crescimento da relação empresas por habitantes se deve a uma série de fatores.

 

“Quando há crescimento econômico aliado a um ambiente institucional estável, há maior sensação de previsibilidade, o planejamento se torna menos difícil e o empreendedor se sente mais confiante em investir. O resultado é o aumento do número de empresas no país”, afirma ele, que destaca ainda a sanção da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas no final de 2006 como outro fator importante para o resultado.

 

A pesquisa mostra também os setores que devem ter maior crescimento nos próximos anos. No comércio, os destaques são para os segmentos de materiais e equipamentos para escritórios e informática (crescimento anual de 12,5% no número de MPEs), comércio de autopeças (7,7%) e quitandas, avícolas e sacolões (7,1%).

 

No setor de serviços, lideram informática (12%) e transporte (8,4%). Na indústria, o destaque é a fabricação de máquinas e equipamentos (7,5%) e edição e gráfica (5,6%).

 

Perfil do empreendedor

Segundo a entidade, o estudo aponta uma mudança significativa no perfil médio do pequeno empreendedor nos próximos anos. “Ele terá mais escolaridade, maior expectativa de vida e aumento na renda média de pelo menos 12% em termos reais”, de acordo com o Sebrae-SP.

 

Os homens continuarão sendo a maioria, apesar do avanço das mulheres, que representavam 32% em 2007 e deverão ser 36% dos empreendedores brasileiros em 2015. No estado de São Paulo, este número deve chegar a 40%.

 

As previsões indicam ainda uma elevação na escolaridade dos donos de pequenos negócios. De 6,2 anos, em 2006, para 7,7 anos, em 2015, entre os que trabalham por conta própria; e de 9,7 anos para 10,7 anos para os empregadores, no mesmo período.

 

Disponível em:

http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL780827-16106,00.html


Preparação é fundamental para sucesso dos pequenos negócios

20 novembro 2008

 

 

Segundo especialista, só uma boa idéia não garante lucratividade.
Engenheiro que criou chip espera faturar R$ 50 mil por mês.

 

 

Do G1, com informações do Jornal Nacional

 

 

Fazer de penteados uma brincadeira foi a idéia que deu partida à empresa de Flávio Zajac, ex-gerente de multinacional. “A idéia surgiu de um sonho de ter um negócio próprio”, declara ele. Já são quatro quiosques e a meta é chegar a 200 em todo o país. Penteados com apliques e tatuagem temporária caíram no gosto das meninas. “É um coisa muito diferente. A gente quase não vê isso”, uma delas. “A cor também amei. Rosa. Adoro rosa”, completa outra. 

No entanto, será que dá para começar um negócio apenas com uma boa idéia? Quem viveu a experiência acha que não. Abrir uma empresa com um produto ou um serviço diferente, que chame a atenção do consumidor, pode ser muito importante. mas não garante o sucesso empresarial.

 

O negócio de Zajac, por exemplo, exigiu um ano de planejamento. “Você primeiro precisa ter pessoas competentes ao seu lado e analisar muito bem onde você está entrando, estudar o mercado, fazer um plano de negócio e ter persistência. Você vai enfrentar momentos de felicidade e momentos de maior turbulência. E o empreendedor não pode desanimar”, afirma ele.


O economista Eduardo Bom Ângelo, professor de empreendedorismo, dá um conselho para quem quer se lançar no mercado: “prepare-se. Vá buscar informação antes de sair com o seu projeto de empreendedorismo. Fale com o maior número de pessoas possíveis que possam te adicionar, que possam validar a sua idéia, que possam tornar a sua idéia mais sólida, antes de você dar o passo. Prepare-se.”

 

Estratégia

 

Foi o que fez o engenheiro Waldomiro José Fernandes. Ele inventou um chip que controla a luminosidade das lâmpadas. Útil para o quarto do bebê. É mais simples e barato do que os mecanismos tradicionais. A fabricação e a estratégia de vendas foram planejadas em detalhes. “Você tem que ir vencendo essas barreiras, você tem que criar o seu mercado, que não existia porque é um negócio totalmente diferente”, diz ele.


Na primeira etapa ele quer faturar R$ 50 mil por mês. “Não tem limites. Onde tiver lâmpada incandescente, que é um produto que tem em qualquer lugar do mundo, eu quero chegar com esse produto”, completa Fernandes.


Mas não é só o dinheiro. É também o prazer de vencer. “A primeira reação de realização foi quando eu levei para casa, montei em casa e vi meus filhos brincando, acendendo, apagando. E já me cobrando: quando você vai trazer mais para eu colocar no meu quarto?”, finaliza Fernandes.

 

 

 

http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL867163-16106,00-PREPARACAO+E+FUNDAMENTAL+PARA+SUCESSO+DOS+PEQUENOS+NEGOCIOS.html

 


Quanto vale um Chevette 76?

19 novembro 2008

 

 

chevettehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Chevette

 

 

Por Luciano Holanda

 

 

Certo dia, estou vagando por uma das vias principais da minha pacata, maravilhosa e arborizada cidade quando sinto a necessidade de abastecer o carro. Como bom brasileiro o carro é uma verdadeira paixão e abastecer não é só parar em qualquer posto, entregar a chave ao frentista e o cartão de crédito em seguida. Abastecer é um relacionamento construído há longas datas. Mas, como eu estava longe de onde comumente abasteço não quis arriscar a pagar o mico de ficar no prego, com a chamada pane seca.

 

Sinaleira ligada indicando virada a direita, lá vou eu em direção ao primeiro posto no trajeto. Chegando lá o que me chamou atenção não foi a presteza do pessoal de frente, nem tampouco o valor da gasolina registrada ali, mais sim, um veículo parado no estacionamento defronte a loja de conveniência com a placa “vende-se”. E é bom que fique registrado que não era um veículo qualquer, um popular desses de hoje em dia, era um Chevette 76, bege, pintura impecável e aparentemente “todo em cima”.

 

E em cima era a pedida pelo possante, R$18.000,00. Bom, parei para analisar com mais critério e confesso que não achei o que pudesse justificar tal investimento a não ser os anos acumulados e o iminente título de relíquia. Pedi explicação.

 

A resposta que veio de lá foi a seguinte: tuning.

 

É isso mesmo senhores e senhoras, com o advento do tuning, palavra inglesa que significa afinação, o mercado passou a vender um carro com a nossa idade pelo preço de um atual. As modificações externas (no visual do veículo) e internas (suspensão, motor e performance) garantem ao proprietário a satisfação de pilotar um carro totalmente personalizado, diferente dos demais,  e é isto que vem arrastando inúmeros adeptos as equipadoras e lojas de autopeças.

 

Pode-se gastar entre R$ 5.000,00 a mais de R$ 100.000,00 num projeto de tuning. Esta variação é observada pelo nível de “mexida” no carro, que vai desde turbinar motores, preparar a suspensão, colocar rodas de liga leve importadas com diâmetro superior a 20 polegadas e pneus de alto desempenho, projetos de sonorização, pinturas especiais e detalhes no acabamento interno.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) o mercado de veículos tunados ou personalizados observou um crescimento em torno de 30% nos últimos 3 anos ¹. Isto representa um investimento de R$ 700 milhões por ano em peças, acessórios e serviços e já vem motivando os empresários do setor a se anteciparem a onda e produzirem equipamentos cada vez mais sofisticados.

Depois destas pequenas considerações, o preço do carro parece até aceitável, o que vocês acham?

 ¹ Dados de 2005 – Disponível em: http://ibahia.globo.com/tvbahia/comercial/pdf/mercado_de_tuning.pdf


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