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Estabelecimento de Metas…

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Por Luciano Holanda
Quem já assistiu sabe do que estou falando, quem ainda não assistiu, após ler este post vai iniciar um embate com o seu filho mais novo e se deliciar com o que a turma da Disney/Pixar aprontou neste grande sucesso de público, seguramente composto de adultos.
A trama se passa no ambiente de uma fábrica responsável em produzir a energia necessária para o funcionamento de todas as cidades onde residem os monstros. A Monster, Inc. funciona praticamente nos três turnos e o insumo necessário para a produção de energia são os gritos das crianças, que são armazenados em cilindros especiais, após serem assustadas pelos monstros que saem de dentro do armário, em qualquer parte do mundo. Da mesma forma que os monstros causam terror as crianças, estas se configuram um grande temor aos monstros que acreditam serem tóxicas e mortais. Tudo parecia ir bem para o monstro sênior, James P. Sullivan, campeão de desempenho, e seu fiel assistente Mike Wazowski, até que um dia uma criança ultrapassa a barreira do armário, fruto de uma armação do presidente da empresa e o monstro que ocupa a vice liderança em desempenho, e passa a conviver com os dois monstrinhos, representando uma ameaça direta a paz naquela cidade.
A abordagem dos preceitos da organização empresarial acontece de forma natural cena após cena no filme. Hora somos convidados a entrar na linha de produção, em outro momento aparecem os procedimentos “burocráticos” do pessoal responsável pelos controles internos, quando a coisa parece ficar preta surge a unidade de segurança do trabalho e até uma unidade de capacitação com simuladores demonstra o nível em que a fábrica de energia se encontra. Sem dúvida, o que se vê no filme poderia servir de exemplo para muitos empresários, resultando em uma obra “quase empresarial”.
Outro ponto marcante do filme é a capacidade de adaptação da empresa. Se observarmos que a menina Boo representava uma ameaça ao futuro do negócio, fica claro também que poucas corporações dão respostas com tanta rapidez transformando as ameaças em oportunidades. É neste contexto que o grito dá lugar ao riso, gerando a energia necessária a sobrevivência daquela longínqua “monstrolândia”.
É isso. Assistam e me enviem a sua impressão sobre este filme “quase empresarial”.
Ficha Técnica
Título Original: Monsters Inc.
Gênero: Animação
Ano de Lançamento (EUA): 2001
Site Oficial: http://disney.go.com/DisneyPictures/monstersinc
Estúdio: Walt Disney Productions / Pixar Animation Studios
Distribuição: Buena Vista International
Direção: Peter Docter e David Silverman
Empresas recebem currículos pelo seu próprio site e montam banco de dados
Por Adriana Fonseca
Usar o próprio site para recrutar futuros funcionários está se tornando prática comum nas companhias de todos os portes. Ao colocar na página institucional da empresa um link escrito ‘trabalhe conosco’, abre-se uma grande porta para receber currículos. ‘Trata-se de mais uma ferramenta que ajuda a área de recursos humanos a contratar pessoas’, afirma José Louis Essabbá, diretor comercial da E-Hunter, empresa que desenvolveu um software que auxilia na seleção de profissionais via internet. Essabbá conta que com os currículos recebidos pode-se montar um banco de dados de candidatos. Assim, quando uma vaga é aberta, basta procurar ali um profissional compatível com o cargo.
Formulário on-line
Algumas empresas simplesmente disponibilizam um e-mail para o candidato enviar o currículo. Esse mecanismo, porém, dificulta o armazenamento das informações. Além disso, aumenta a exposição a vírus, que podem estar nos arquivos com o currículo anexado. Para facilitar a procura no banco de dados, é recomendável usar um software que armazene as informações separadamente por campo, como idiomas, experiência e idade. Também é recomendável pedir para a empresa que desenvolveu o site montar um formulário on-line com campos a serem preenchidos pelo candidato. Assim, na hora de procurar o futuro funcionário, basta fazer uma busca por palavra-chave.
O bar e restaurante Eclético, do Rio de Janeiro, fez isso. Pediu para a empresa que desenvolveu o seu site que montasse um formulário simples, com campos como nome, endereço, telefone, e-mail, idade e um breve descritivo das atividades profissionais. Renato Accarino, sócio do empreendimento, já contratou seis pessoas por meio da ferramenta. Ele afirma que recebe cerca de 30 currículos por semana. ‘Metade deles acabamos armazenando no nosso banco de dados.’
Disponível em: http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/1,19125,ERA1686334-2992,00.html
Fonte: www.antoniomiranda.com.br
Por Liliane Braga
Bibliotecária e Consultora Credenciada do SEBRAE/PB
Desde quando o ainda candidato a empresário pensa em montar o seu próprio negócio o primeiro passo é buscar informações. Informações sobre a atividade que será implantada, sobre os passos necessários para legalizar a sua atividade… Enfim, essa busca por informação jamais acaba.
Quem estar ou pretende ingressar nos mundo dos negócios, não pode desconsiderar a força deste elemento, pois até os modelos de gestão das empresas que desejam ser manter competitivas no mercado já possui as suas teorias (e práticas) baseadas nos benefícios que os recursos informacionais podem trazer.
No ambiente empresarial, a informação é utilizada em todos os níveis: por um lado existe a informação necessária à tomada de decisão, em que os gestores se baseiam para determinar estratégias empresariais, resolver problemas, e; pelo outro, a informação produtora do conhecimento e da inovação do produto/serviço gerado. Entretanto, é evidente que as informações técnico-científicas acabam servindo para tomadas de decisões e vice-versa. Por isso, a informação deve ser considerada imprescindível ao desenvolvimento de processos e ações empresariais.
A informação move uma empresa. O departamento de marketing necessita de informações sobre a concorrência e o mercado consumidor. O setor de compras deve receber informações sobre os melhores preços de insumos. O departamento de produção trabalha em cima de dados sobre demanda e desempenho.
O grande aliado das empresas nesse “processo informativo” são as novas tecnologias da informação. Quando funcionam eficientemente proporcionam grandes vantagens como: organização, facilidade de obtenção de informações, previsão, tempo otimizado. Porém, só máquina, softwares, rede de computadores por si não resolvem, se a empresa e seus funcionários não estiverem capacitados para seu pleno uso e, principalmente, culturalmente preparados para criar, distribuir, compreender e usar a informação.
Não saber utilizar a informação, ou mesmo ignorá-la, pode trazer conseqüências gravíssimas para tomadores de decisões. À exemplo disto, apresento dois casos conhecidos mundialmente retirados do livro de Davenport, “Ecologia da informação”: em primeiro, o caso da IBM, que na década de 1980 possuía uma infinidade de dados baseados em pesquisas internas e externas de mercado prevendo o declínio do mainframe, mas quando em 1994 a divisão de computadores ia mal, um dos membros diretores reclamou que nunca soubera de nenhum problema. O segundo é o caso dos engenheiros da NASA que sabiam que a vedação do ônibus espacial Challenger não funcionava no frio e, mesmo assim, foi em um dia frio que ele foi lançado.
Deixar antigos paradigmas de lado e adotar políticas eficientes de gestão da informação não é fácil, porém, importante para a competitividade. Afinal, não é a toa que há algum tempo já se fala: informação é poder! E não tomar nenhuma atitude quanto a isso é correr os mesmos riscos dos engenheiros da NASA ou da equipe de trabalho da IBM.
Do G1, em São Paulo
Inovação e criatividade são qualidades necessárias ao empreendedor.
É essencial garantir que cliente faça propaganda ‘boca-a-boca’ da empresa.
O início de um negócio sempre envolve desafios. Para evitar que os obstáculos que surgem no meio do caminho não tirem uma empresa do mercado, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio de Janeiro (Sebrae-RJ) criou um “passo a passo” que o empreendedor deve seguir na hora de posicionar seu produto ou serviço no mercado.
Conheça abaixo os “dez mandamentos” relativos à melhoria da gestão, da otimização de custos e do relacionamento com o cliente desenvolvido pela entidade:
1. Inove sempre
É preciso que o empreendedor tenha novidades que mantenham sempre a clientela interessada em seu produto ou serviço. Buscar inovações não se refere somente ao atendimento ao cliente, mas também a formas criativas de reduzir custos de produção, para manter o preço atrativo.
2. Monitore a concorrência
As boas idéias também podem estar no vizinho. É sempre importante saber o que a concorrência está fazendo em atendimento ao cliente, promoções e preços. Navegar no site ou visitar a loja do concorrente é sempre uma boa idéia.
3. Não tenha medo da informática
Não vale a pena perder tempo fazendo manualmente o que um computador pode fazer muito mais rápido. Use o seu tempo para pensar em estratégias e deixe a contabilidade, os estoques e o cadastro de clientes para softwares específicos.
4. Invista em treinamento
Atualize-se e certifique-se de que seus funcionários saibam muito bem quais são seus objetivos para o negócio. Cursos de venda, de gestão e de aprimoramento da qualidade podem ser boas ferramentas para motivar a equipe.
5. Preste um bom serviço
A propaganda boca-a-boca é essencial para que um negócio prospere. Por isso, garanta que seu produto ou serviço satisfaça seus consumidores. Uma caixa de sugestões e um programa de fidelidade podem revelar o que seu freguês realmente quer.
6. Evite fazer estoques
É importante que o empresário saiba qual é a quantidade de matéria-prima que precisa para sua operação. A partir disso, poderá manter estoques mínimos e negociar bons prazos e preços com os fornecedores, atendendo bem os consumidores sem desperdícios.
7. Mantenha os olhos abertos
Uma oportunidade de crescimento pode “morar” ao lado. Por isso, não se feche dentro do próprio negócio e mantenha-se atualizado sobre as novas tendências em seu setor. Fique atento para não deixar de perceber, por exemplo, que uma cidade vizinha pode estar precisando de seus produtos.
8. O governo é um bom cliente
A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, aprovada em 2006, prevê benefícios para os pequenos empreendedores nas compras do governo. Por isso, fique atento aos editais de compra governamental, especialmente os de prefeituras.
9. Olhe para cima
Uma boa alternativa para a pequena empresa é uma parceria com uma companhia maior. O pequeno negócio pode ser responsável por um elo da cadeia produtiva: por exemplo, há pequenas empresas que fazem a estamparia das camisetas vendidas em grandes magazines.
10. Imagem é tudo
Instalações físicas limpas e bem conservadas, funcionários bem treinados e equipamentos bem cuidados fazem o ambiente de seu negócio parecer mais profissional. Por isso, garanta que a pintura e a limpeza do “cartão de visitas” de sua empresa, seja ela uma loja ou um escritório, esteja sempre em dia.
http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL758049-16106,00-SEBRAE+MOSTRA+DEZ+MANDAMENTOS+PARA+GARANTIR+A+SAUDE+DE+UM+NEGOCIO.html
http://www.adorocinema.com/default.asp
Por Luciano Holanda
Fiz o dever de casa bem feito, conheci e internalizei as características do comportamento empreendedor e aprendi que o ato de empreender requer concentração suficiente para se manter com os pés no chão. Mas, para o Howard Hughes o que lhe motivava era diferente: a fantasia do cinema e a cabeça nas nuvens.
O visionário, pioneiro, multimilionário e controlador de um conglomerado empresarial será o foco deste post, e não aquele senhor débil, fóbico, insano e solitário que se apresentou nos dias finais de sua passagem na terra, entre dezembro de 1905 a abril de 1976.
Howard começou logo cedo a sua trajetória empreendedora. Com 18 anos assumiu o controle das empresas que herdara do seu pai e de pronto implantou o seu perfil na gestão do grupo. Na sua história, colecionou muitas vitórias, dentre elas o recorde pela volta ao mundo em 91 horas e 14 minutos, o recorde mundial de velocidade ao voar a 566 Km/h e a realização da superprodução cinematográfica, recorde de bilheteria Hells Angel.
Sua vida também foi marcada por alguns fracassos. O mais expressivo foi a construção de um super avião, com capacidade de transportar 750 passageiros e que tinha fins bélicos. O super projeto só ficou pronto após a guerra acabar o que cortou a destinação de recursos da aeronáutica. O único exemplar deste modelo chegou a voar uma vez em Long Beach Harbor, em 1947. Toda aquela grandiosa soma de recursos para um único voo.
A história de vida desse empreendedor encantou Martin Scorcese que dirigiu o filme O Aviador. Na obra, conviveremos por duas horas com o estilo arrojado empregado por Howard Hughes na gestão dos negócios. Uma das suas principais características era apostar em seus projetos baseando-se em dados concretos da saúde de suas finanças fruto da assistência incansável de seu contador e conselheiro. Ele sabia o que eventualmente poderia perder. O filme registra com riquezas de detalhes a trajetória deste fenômeno empresarial, suas maiores realizações e seus maiores desencontros, como os que foram relatados acima. Mesmo sendo perceptível em alguns trechos do filme de Scorcese o tudo ou nada em suas ações, sempre ficará também o sentimento de persistência e comprometimento aos seus projetos.
Esse é mais um da série de filmes que julgo ser “quase empresarial”.
Agora é só correr para o sofá, preparar a pipoca e assistir a obstinação de um homem num tempo de descobertas, e muitos projetos audaciosos e inovadores em busca de um lugar na eternidade.
Vale a pena assistir!
Ficha Técnica
Título Original: The Aviator
Site Oficial: http://theaviatormovie.com
Estúdio: Warner Bros. / Miramax Films
Distribuição: Warner Bros. / Miramax Films
Direção: Martin Scorsese